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Vice-presidente de Registro palestra na Agência Goiana de Regulação sobre IRPF 2026 e destaca destinação solidária

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Vice-presidente de Registro palestra na Agência Goiana de Regulação sobre IRPF 2026 e destaca destinação solidária

Parte das perguntas do público se concentrou nos cuidados necessários para evitar inconsistências na declaração e não cair na malha fina

O vice-presidente de Registro do Conselho Regional de Contabilidade de Goiás (CRCGO), Francisco de Assis, ministrou palestra nesta quinta-feira (26/03), na Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR), sobre o Imposto de Renda da Pessoa Física 2026. A atividade contou com a presença do presidente do Conselho Regulador da AGR, Wagner Oliveira Gomes, e reuniu servidores e participantes interessados em compreender as novas regras da declaração, esclarecer dúvidas práticas e conhecer melhor o mecanismo da destinação solidária.

Durante a exposição, Francisco abordou os principais pontos de atenção do IRPF 2026, com foco nas mudanças aplicáveis a este exercício, nos cuidados com o preenchimento da declaração e nos erros mais comuns que costumam gerar pendências com a Receita Federal. Entre os temas tratados estiveram a organização dos documentos, a conferência correta de informes de rendimentos, o lançamento de despesas dedutíveis, a atenção aos dados de dependentes e alimentandos e os cruzamentos de informações que exigem cada vez mais rigor do contribuinte no momento da entrega.

Boa parte das dúvidas apresentadas pelo público esteve relacionada justamente à malha fina. Questões sobre omissão de rendimentos, divergência de informações, deduções lançadas sem respaldo documental e falhas no preenchimento apareceram entre os assuntos mais recorrentes da palestra. Ao responder às perguntas, Francisco de Assis reforçou que muitos problemas podem ser evitados com revisão cuidadosa, checagem dos documentos e atenção redobrada às informações transmitidas à Receita.

Outro eixo da palestra foi a destinação solidária, possibilidade que permite ao contribuinte direcionar parte do imposto devido para fundos sociais, sem pagamento adicional. O tema foi apresentado como uma alternativa concreta de transformar o ato de declarar em uma ação de alcance coletivo, beneficiando projetos voltados à proteção de crianças, adolescentes e pessoas idosas.

Para Francisco de Assis, o encontro cumpriu um papel importante ao aproximar informação técnica de situações reais enfrentadas por quem precisa declarar. “Muitas vezes, o contribuinte não erra por má-fé, mas por desconhecimento ou por falta de orientação adequada. Por isso, momentos como esse são importantes para mostrar onde estão os principais cuidados, evitar problemas com a malha fina e, ao mesmo tempo, apresentar possibilidades como a destinação solidária, que dá ao imposto uma dimensão social muito relevante”, afirmou.

A reprodução deste material é permitida desde que a fonte seja citada.
Comunicação CRCGO, Vitor Carvalho.

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